sábado, julho 29, 2006

Beirute não é um bom sítio de férias.

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Chegado via ARENA, este blog/ diário do trompetista libanês Mazen Kerbaj. Beirute. Conseguem ouvir as explosões? Impressionante.
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O Underworld vai encerrar para banhos em praias seguras com bandeiras azuis. Será?
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quinta-feira, julho 27, 2006

livro para colorir

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Arlindo Silva

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Foi assim, a performance. Vestido clássico, pérolas e sapatinho preto bicudo com bolinhas brancas, visual desapropriado para subir e descer várias vezes do escadote. É isso que me interessa, criar personagens impossíveis à acção em si. Correu bem. Os treinos/ensaios exaustivos resultaram. Estava segura no gesto. É a terceira performance do género, a primeira foi em 2002, a segunda em 2005.

terça-feira, julho 25, 2006

Vera Drake

aborto

Logo à noite às 2 da manhã, só para quem pague o canal Lusomundo Premium, Vera Drake de Mike Leigh, cineasta do novo realismo britânico, retrata Londres no pós-guerra, 1950, não muito diferente de Portugal na questão da despenalização do aborto, 2006.
Mas se nós somos conservadores, dissimulados e preferimos a clandestinidade em certos aspectos da vida, resta-nos o aumento das clínicas espanholas, tão perto daqui, para o tratamento voluntário da gravidez. Legal, sem stress, sem complexos de culpa.

O Underworld não tem contrato com estas clínicas, apesar de as publicitar, volta e meia. Há 10 anos só havia uma, depois surgiu outra e agora a terceira. Um mercado em expansão, portanto, enquanto por cá prendem médicos e mulheres, os nossos hermanos facturam.
Gracias!

quarta-feira, julho 19, 2006

sexta, 21

#7
na MCO, 22h, no Porto.
Livro Para Colorir é um meeting point: Alice Geirinhas, Andy Warhol e Amadeo de Souza Cardoso, ou citando o meu amigo JFS, Lisboa, Nova Iorque e Manhufe

terça-feira, julho 18, 2006

segunda-feira, julho 17, 2006

mini girl

mini girl

O que leva um menino de 9 anos andar 500m, ou mais, pela praia para ir brincar com uma bebé de 2 anos? O amor. A paixão pela Camila, que sedutora na sua torre impenetrável, não quis mudar de praia e deixou o Tomás triste, sabendo-a perto, mas longe, veio ter connosco, para a sentir, mais próxima.
Uma mini girl de 9 anos, distante, arranca- corações. Ó mãe, nós não vamos, prefiro ficar nesta praia. E o Tomás tristinho, tão querido a brincar com a Clarinha. Não sei porque estranhas a atitude da Camila, disse-me o J.S, faz-me lembrar alguém. GLUP! Quem? Eu?!!

sexta-feira, julho 14, 2006

Guerrilhas

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Depois de Matta- Clark, só mesmo estes Jardineiros Guerrilheiros que actuam no espaço público como se fosse privado, descobertos no Invisible Red.
Proponho duas guerrilhas para o bem da saúde pública dos lisboetas: a guerrilha dos cocós e a guerrilha da cuspidela. Uma é fácil: precisamos de luvas e de sacos de plásticos, a outra é mais difícil: apanhar escarretas, ou dar marretadas em quem fosse apanhado a cuspir para o chão. Vá cuspir para o seu espaço privado, seu grande filho de uma p... terrorista.


e.... comprei estes amores-perfeitos e um chapéu tipo Julieta dos Espirítos (Giuletta Masina)

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na Marimekko que abriu em Lisboa no largo das Belas Artes. Tecidos lindos dos anos 50, geométricos e gráficos; roupas, tamanho mulher-filandesa e crianças. Saldos só no fim de Agosto. Um arrepio ao cartão de crédito.

Enquanto Beirute arde, lá para os lados da Fenícia, fica-me bem umas compritas no Chiado.

quinta-feira, julho 13, 2006

Gordon Matta- Clark

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A ausência de escrita neste blog, deve-se também aos fins de semana agitados e fora de portas. No anterior, fomos à capital, ver a Photo España, mas o mais interessante que vi, não foi nenhuma das expos do evento, mas a grande retrospectiva do Matta- Clark no Reina Sofia. Está até Outubro. Para quem goste de arte e de história da arte, imperdível, este grande nome da arte conceptual americana nos anos 70. Será que vem a Serralves??

Pendurou-se no relógio do arranha- céu (adoro este termo) CLOCKTOWER e fez a barba e tomou duche.

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Furou prédios, comprou becos e territórios estranhos. Um dos principais contribuintes para a ideia de ANARCHITECTURE- em Madrid e Lisboa tropeçamos constatemente em exemplos de anarchitecture. Mais em Lisboa.

Da mostra de video art contemporânea portuguesa a Clara viu repetidamente, Breeze, do Francisco Queirós e Never Call de José Maçãs de Carvalho. A sua preferência foi também a minha. Tem bom gosto!

quarta-feira, julho 12, 2006

fábrica produtos coração

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Por aqui nada de novo, o costume - tudo muito organizado e com pouca margem de preguiça para conseguir gerir a vida de artista com a de mãe, atarefada com a fase de chichi no chão, não.
Entretanto fui ao Paulino Ferreira encadernar o 'Livro para colorir', 18 págs, 100x70 cm, o livro de 'ensaios' para a performance na MCO, dia 21. Desenhos de treino, ensaios, como os actores. Mais um remake para juntar à Biblioteca das Raparigas.
Mas agora, é a vez da sopa e da pescada.

quarta-feira, julho 05, 2006

Angra do Heroísmo

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O parque mais maravilhoso do mundo
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a exposição já montada
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e o inesquecível jogo que eu vi a falar sózinha, a tapar os olhos e a roer as peles das unhas, no écran gigante do auditório do centro cultural. E no foyer, versão XXS, com desenhos que fazem parte do meu próximo trabalho performativo 'Livro para Colorir', já no próximo dia 21, na MCO, desta vez no Porto.