Instrumentos de plástico e interpretações de compositores clássicos e contemporâneos, o concerto que vimos ontem no D. Maria, Cozido à Portuguesa, reunia obras quinhentistas e seiscentistas da escola de Évora, barrocas e actuais. Um delírio cheio de humor.
segunda-feira, outubro 09, 2006
Ensemble JER
Instrumentos de plástico e interpretações de compositores clássicos e contemporâneos, o concerto que vimos ontem no D. Maria, Cozido à Portuguesa, reunia obras quinhentistas e seiscentistas da escola de Évora, barrocas e actuais. Um delírio cheio de humor.
sexta-feira, outubro 06, 2006
quinta-feira, outubro 05, 2006
domingo, outubro 01, 2006
em obras
Conversa com Rui Vitorino dos Santos e Júlio Dolbeth, os Pandora Complexa.Imagem sacada à mademoiselle ruborizada.
O rescaldo do fim de semana na cidade da chuva e dos grafittis políticos, foi o 'posta o desenho quando puderes' blog surgido nas conversas sobre blogs com a Isabel Ribeiro.
sábado, setembro 30, 2006
Ops!
Deixei o carregador da máquina fotográfica no apartamento da artista, Carla Filipe, que fez este mapa de produção do Busca Pólos e portanto, fotografias da minha instalação no Apêndice, só quando o recuperar.
Entretanto segue a informação do Busca Pólos no Centro Cultural Vila Flôr, Guimarães, que reune trabalhos dos principais agentes da 'movida' artística portuense da década (00). Projecto com tentáculos até Coimbra: Parte II inaugura no próximo dia 21 de Outubro no Pavilhão Centro de Portugal, Coimbra.
Informação detalhada na sombra chinesa.
Detalhe:
Venho na lista dos artistas, mas riscada, com a anotação, desculpa à frente do meu nome. Ok, estão desculpados.
terça-feira, setembro 26, 2006
Projecto Apêndice
apresenta
Em Obras
de
Alice Geirinhas
inaugura a 29 (sexta-feira) de Setembro pelas 18h00
até 14 de Outubro.
Em Obras, é um espaço interdito.
Em Obras é uma montra pintada de branco. Um espaço que nos é vedado temporariamente antes de se tornar habitado. Um espaço vazio, impessoal, mas cheio de vestígios da presença humana, onde desta vez, vou ser eu e não um operário anónimo, a marcar território.
E os vestígios vão ser vulvas, remakes de outras vulvas retiradas de um livro para colorir, CUNT COLORING BOOK, realizado em 1973 por Tee Corinne a partir de desenhos de observação de vaginas.
Em Obras é um ana-suromai, acto clássico de exibir os genitais femininos.
Projecto Apêndice
Projecto temporário, situado na loja n.º 100 – cave, no Centro Comercial de Cedofeita no Porto, gerido por Carla Filipe e Isabel Ribeiro. A programação estende-se por três meses, com a participação de sete artistas que dividem mensalidades e tempo de uma forma equitativa, dispensando a electricidade do lugar.
O espaço onde se apresenta é frágil, entregue a si mesmo, uma loja fechada que deixa o seu suposto comercial, para albergar projectos artísticos. O sentido de falência é intermitente, sendo a ordem natural de qualquer centro comercial que se vai reinventando numa tentativa de sobrevivência. Este conjunto de estabelecimentos torna-se dispensável no tempo exacto, fazê-lo existir pela emersão como suplemento é uma possibilidade.
segunda-feira, setembro 25, 2006
não, mas devia
...e o Sócrates estava lá? perguntou a Camila, enquanto eu relatava ao JS a reunião da escola de S. José.
sábado, setembro 23, 2006
quinta-feira, setembro 21, 2006
red shoes
Finalmente inaugurei a temporada 'mente sã num corpo são' e na cafetaria do ginásio,antes dos 100 abdominais, li no Público, um artigo acerca do estudo realizado pela Deco sobre a violência na escola. O espanto é a escola que está em primeiro lugar do ranking- a de dança do conservatório nacional. A escola de dança, a que forma os futuros bailarinos! mais violenta que as dos Olivais, Apelação, Camarate!!
A pressão psicológica é cruel. A Camila frequentou o ano passado (2 semanas), as aulas de dança dos alunos externos. Foi uma experiência horrível e traumática. Ainda chora quando se aborda o assunto. Como é alta e perna-longa, a professora resolveu integrá-la no 4º ano em vez do 3º, onde pequenos monstros vestidos de tutus cor-de-rosa, atacaram-na de imediato. A Camila não vinha de um ensino clássico, mas da dança criativa ( Forúm Dança que o ano passado não houve aulas para a faixa etária dos 7/9 por falta de inscrições) e torcidaram-na por não ter entendido uma pergunta de uma pespineta arrogante, sobre, penso eu, ballet clássico. Para mim, é claro, porque foi esta a ganhar o primeiro lugar no ranking da violência das escolas. Que sirva para o corpo docente e a associação de pais, reflectirem na metodologia e na pedagogia do ensino dos futuros bailarinos.
quarta-feira, setembro 20, 2006
Real Life
Ao vasculhar sobre o Movimento Nacional Feminino, encontrei esta pequena relíquia sobre a guerra colonial:
(...)Na mata, eles abriam as latas de atum e de salsicha à pancada, com a G-3 e com pedras, e muitas vezes eram detectados por causa desse barulho e sofriam emboscadas. Começámos então a enviar abre-latas.(...)
(...)Na mata, eles abriam as latas de atum e de salsicha à pancada, com a G-3 e com pedras, e muitas vezes eram detectados por causa desse barulho e sofriam emboscadas. Começámos então a enviar abre-latas.(...)
segunda-feira, setembro 18, 2006
sexta-feira, setembro 15, 2006
Procura-se
Aulas de espanhol para crianças em Lisboa.
[por incrível que pareça, não consigo encontrar em Lisboa uma escola de línguas com espanhol para ninõs]
e aceitam-se sugestões de escolas privadas com 2 e 3º ciclo básico.
O Underworld vai de fim de semana passear-se pela história dos reis e rainhas de Portugal.
[por incrível que pareça, não consigo encontrar em Lisboa uma escola de línguas com espanhol para ninõs]
e aceitam-se sugestões de escolas privadas com 2 e 3º ciclo básico.
O Underworld vai de fim de semana passear-se pela história dos reis e rainhas de Portugal.
Andante
Este blogue parece um campo de lamúrias [podem ser amarelas].
Estive esta manhã na escola de S. José, a escola do Jardim do Torel. Ainda não sabemos quem são e como se organizam as actividades de enriquecimento escolar fornecidas por uma empresa desconhecida contratada pela CML. só sabemos que a escola não começa já, pois a CML resolveu fazer grandes obras na cobertura da escola com martelos pneumáticos esta semana. Foram de férias Julho e Agosto e nada como mais eficaz e apropriado fazer obras na semana de abertura do ano escolar. Obrigada pela competência , srs e sras dirigentes autárquicos.
O melhor desta semana foi a ida e volta ao PORTO!
Andámos de METRO [belas estações minimais bem ao gosto da escola do Porto]

Fomos ao Via Catarina comprar uma camisola por causa do frio e da chuva.
Fomos à CASA DA MÚSICA

A Serralves

A Camila adorou as instalações da Fernanda Gomes e andava pé ante pé, com as mãos a apalpar o espaço, não fosse ela esbarrar nalguma coisa translúcida e invisível.
Ver arte com ela tem outro sabor e é bastante divertido.
Eu babei-me nas estruturas da GEGO ao som das exclamações de admiração da minha fiha pré- púbere.
O Bart Lodewijks fica para a semana.
Estive esta manhã na escola de S. José, a escola do Jardim do Torel. Ainda não sabemos quem são e como se organizam as actividades de enriquecimento escolar fornecidas por uma empresa desconhecida contratada pela CML. só sabemos que a escola não começa já, pois a CML resolveu fazer grandes obras na cobertura da escola com martelos pneumáticos esta semana. Foram de férias Julho e Agosto e nada como mais eficaz e apropriado fazer obras na semana de abertura do ano escolar. Obrigada pela competência , srs e sras dirigentes autárquicos.
O melhor desta semana foi a ida e volta ao PORTO!
Andámos de METRO [belas estações minimais bem ao gosto da escola do Porto]
Fomos ao Via Catarina comprar uma camisola por causa do frio e da chuva.
Fomos à CASA DA MÚSICA
A Serralves
A Camila adorou as instalações da Fernanda Gomes e andava pé ante pé, com as mãos a apalpar o espaço, não fosse ela esbarrar nalguma coisa translúcida e invisível.
Ver arte com ela tem outro sabor e é bastante divertido.
Eu babei-me nas estruturas da GEGO ao som das exclamações de admiração da minha fiha pré- púbere.
O Bart Lodewijks fica para a semana.
quinta-feira, setembro 14, 2006
Portugal olé
Um grande artigo de opinião sobre a corrupção do FUTEBOL de um amigo de infância, que escreve com frequência para a rubrica Cartas ao Director, do Público.
Gosto particularmente desta passagem:
[...]Que os dirigentes não tenham formação à altura das circunstâncias é lamentável mas, enfim, compreensível. Muitos deles são pessoas do povo, formadas no calor da luta pela sobrevivência. Alguns mal sabem ler, outros mal sabem escrever pelo que as leis e as regras lhes fazem, com frequência, confusão. Mas juízes desembargadores e outros agentes da magistratura que se comportam como vulgares criminosos ou mafiosos de meia tigela é de todo intolerável [...]
Para ler tudo aqui.
Gosto particularmente desta passagem:
[...]Que os dirigentes não tenham formação à altura das circunstâncias é lamentável mas, enfim, compreensível. Muitos deles são pessoas do povo, formadas no calor da luta pela sobrevivência. Alguns mal sabem ler, outros mal sabem escrever pelo que as leis e as regras lhes fazem, com frequência, confusão. Mas juízes desembargadores e outros agentes da magistratura que se comportam como vulgares criminosos ou mafiosos de meia tigela é de todo intolerável [...]
Para ler tudo aqui.
agarra que é ladrão!
O nosso INTOCÀVEL Elliot Ness, no papel de vereador determinado a apanhar os Al Capones autárquicos e as redes da corrupção, tornou público o desaparecimento de 1 milhão e 300 mil euros [plof,plof] da conta bancária da EPUL.
O caladinho e dissimulado Carmona Rodrigues, hein? Cabe-lhe igualmente a honra de no seu mandato ter sido extinta a Ilustração Portuguesa.
terça-feira, setembro 12, 2006
sábado, setembro 09, 2006
sexta-feira, setembro 08, 2006
Assim Não Dá!
Os tempos livres da escola de S.José eram geridos pela Associação de Pais e funcionava muito bem. Inglês desde o 1º ano, monitoras competentes, natação no Ateneu, dança e sobretudo confiança. Eu sabia que a Camila estava bem entregue e que praticava actividades que eu podia escolher.
Agora é a desconfiança e o receio. Desconfiamos do processo da reforma do ensino 'escola a tempo inteiro', porque não sabemos nada. Quem é a empresa de ATL contratada pela CML? Que actividades vão ter? A Câmara vai ter em conta o protocolo com o Ateneu?
Nos bastidores teme-se o pior. Teme-se que isto seja só um grande negócio para quem montou empresas desse ramo ( murmureja-se o nome de uma 'tia' escritora cor-de-rosa, amiga do poder laranja e com acesso privilegiado à informação) e que a qualidade e o bem estar dos nossos filhos seja uma questão menor.
Sabemos que só vamos ter 3 funcionárias para tomar conta de 160 crianças ( as nossas competentes monitoras que também tinham essa função vão à vida), além da limpeza das salas.
Ontem fiquei a saber pelo DN que depende das autarquias. Loures e Sintra, por exemplo, as Associações de Pais vão continuar a ter um papel importante na gestão das actividades, mas que em Lisboa as associações vão ser um mero 'apoio à família'.
Considera-se que nós, os portugueses, não nos organizamos em grupo e que não exercemos o nosso direito de cidadania devidamente e em plena consciência, mas quando de facto a exercemos e nos empenhamos para um fim comum, o bem estar dos nossos filhos, deitam-nos fora, como se não existíssemos.
Que queres, dizia-me uma amiga, se a CML fosse da cor do governo, as coisas corriam de outra forma. ******, assim não dá!
Agora é a desconfiança e o receio. Desconfiamos do processo da reforma do ensino 'escola a tempo inteiro', porque não sabemos nada. Quem é a empresa de ATL contratada pela CML? Que actividades vão ter? A Câmara vai ter em conta o protocolo com o Ateneu?
Nos bastidores teme-se o pior. Teme-se que isto seja só um grande negócio para quem montou empresas desse ramo ( murmureja-se o nome de uma 'tia' escritora cor-de-rosa, amiga do poder laranja e com acesso privilegiado à informação) e que a qualidade e o bem estar dos nossos filhos seja uma questão menor.
Sabemos que só vamos ter 3 funcionárias para tomar conta de 160 crianças ( as nossas competentes monitoras que também tinham essa função vão à vida), além da limpeza das salas.
Ontem fiquei a saber pelo DN que depende das autarquias. Loures e Sintra, por exemplo, as Associações de Pais vão continuar a ter um papel importante na gestão das actividades, mas que em Lisboa as associações vão ser um mero 'apoio à família'.
Considera-se que nós, os portugueses, não nos organizamos em grupo e que não exercemos o nosso direito de cidadania devidamente e em plena consciência, mas quando de facto a exercemos e nos empenhamos para um fim comum, o bem estar dos nossos filhos, deitam-nos fora, como se não existíssemos.
Que queres, dizia-me uma amiga, se a CML fosse da cor do governo, as coisas corriam de outra forma. ******, assim não dá!
quinta-feira, setembro 07, 2006
quarta-feira, setembro 06, 2006
O ranço
Guerra à falta de higiene da nossa cidade. Primeiro ataque: comprar um produto bem português, um que possa integrar as caixinhas 'uma casa portuguesa'na mercearia mais popular do bairro e criticar a porcaria que tropeçamos diáriamente e que nos obriga sempre a olhar para o chão e nunca para o céu e enviá-lo para o Departamento de Higiene Urbana e Resíduos Sólidos (DHURS) da CML ou/e para a Direcção Municipal de Ambiente Urbano.
Segundo Ataque:
A precisar de uma limpeza profunda é o ainda não à venda nas bancas , semanário Sol.
Segundo o Público conta com a colaboração de crónistas super interessantes, Margarida Amarante, em Personalidades, Margarida Rebelo Pinto, Sexo e Relacionamento, Paulo Portas , Cinema e Livros, Marcelo Rebelo de Sousa, fait divers na actualidade. ao ler a notícia, pensei, acreditem, que era uma estratégia maquiavélica do Público anunciar o novo jornal com estes velhos néons fundidos, para pessoas como eu fugirem a sete pés de tal coisa rançosa.
segunda-feira, setembro 04, 2006
guerrilhas conceptuais
Já estás, finalmente linkado(!) Hugo e um grande bem haja para o trabalho da Guerrilha. O Invisible Red deixa-me [quase] sempre no rosto uma expressão de espanto. Se pudesse contratava-vos para uma campanha contra escarros, cocós e chichi na rua.... como a de Berlim sem Merda...
Já agora obrigado pelo interesse no blog Invisible Red, gostaria de saber se estás interessada em colocar um link do nosso blog no underworld.
Falo-te um pouco do blog invisible red, faz parte de uma agência de Marketing de Guerrilha, que procura comunicar de uma maneira diferente, deixando para trás os suportes tradicionais e estáticos, para nós não nos interessa o suporte mas sim a ideia. Em breve..espero ter o site da agência on-line.
Um bem haja para o teu trabalho, que conheço bastante bem.
obrigado
Hugo Tornelo
educar
Hoje , numa praia não vigiada, com quilómetros e quilómetros de areia, um cão fez cocó. Franzi o sobrolho e quase gritei para as donas do cão: então não apanham? mas retraí-me. Eram pessoas do campo. Simples, simplórias. Avó velhinha de bata tons de cinza aos padrões , mãe gorda em lista de espera para se operar às varizes, filha sereia sem celulite e filho ranhoso traquinas. Calei-me. Não devia.
sexta-feira, setembro 01, 2006
rebuçados nos ouvidos
[...]vozes tão de gaze [...], sílabas de algodão que se dissolvem nos ouvidos à maneira de fins de rebuçado na concha da língua.
Se alguém teve uma bisavó, avó ou mãe do Movimento Nacional Feminino fica a saber que :
As senhoras do Movimento Nacional Feminino vinham por vezes distrair os visons da menopausa distribuindo medalhas da Senhora de Fátima e porta-chaves com a efígie de Salazar, acompanhadas de padre-nossos nacionalistas e de ameaças do inferno bíblico de Peniche [...].
Sempre imaginei que os pêlos dos seus púbis fossem de estola de raposa, e que das vaginas lhes escorressem, quando excitadas, gotas de Ma griffe e baba de caniche [...]
António Lobo Antunes, Os Cus de Judas, Edição Literária Lisboa: Vega, 1979
Se alguém teve uma bisavó, avó ou mãe do Movimento Nacional Feminino fica a saber que :
As senhoras do Movimento Nacional Feminino vinham por vezes distrair os visons da menopausa distribuindo medalhas da Senhora de Fátima e porta-chaves com a efígie de Salazar, acompanhadas de padre-nossos nacionalistas e de ameaças do inferno bíblico de Peniche [...].
Sempre imaginei que os pêlos dos seus púbis fossem de estola de raposa, e que das vaginas lhes escorressem, quando excitadas, gotas de Ma griffe e baba de caniche [...]
António Lobo Antunes, Os Cus de Judas, Edição Literária Lisboa: Vega, 1979
quarta-feira, agosto 30, 2006
Rentrée
[...]em toda a parte do mundo a que aportamos vamos assinalando a nossa presença aventureira através de padrões manuelinos e de latas de conserva vazias, numa subtil combinação de escorbuto heróico e de folha-de-flandres ferrugenta. Sempre apoiei que se erguesse em qualquer praça adequada do país um monumento ao escarro, escarro- busto, escarro- marechal, escarro- poeta, escarro-homem de Estado, escarro equestre, algo que contribua, no futuro, para a perfeita definição do perfeito português: gabava-se de fornicar e escarrava. [...]
Lê-se devagar, muito devagar, saboreia-se frase a frase de cada vez.
É de 1979. De quem, de quem? Sim, é esse mesmo que estás a pensar.
Lê-se devagar, muito devagar, saboreia-se frase a frase de cada vez.
É de 1979. De quem, de quem? Sim, é esse mesmo que estás a pensar.
segunda-feira, agosto 28, 2006
as fotos das férias
da esquerda para a direita de cima para baixo: mãe, tio, primo Simão, meia-irmã Camila, primo Kiko, Clara e a amiguinha Maria Miguel.
domingo, agosto 27, 2006
LGBT
Já circula pelos emails, apesar de faltar um mês. Fica sempre bem a uma banal e cada vez mais rara, H, juntar-se aos LGBT.
sexta-feira, agosto 25, 2006
Made in S.Miguel
A viagem no tempo até à minha infância pode ser um simples sabor . Esta bolacha é igual às que eu comia nos anos 60 e no início dos 70. Grossa e dura.
Os Açores têm também essa qualidade - a sensação de vivermos noutro tempo. Como as toucas das senhoras para irem ao banho.
quinta-feira, agosto 24, 2006
Prof. Sakho
O regresso à cidade e às contrariedades urbanas, aborrecimentos com o carro. Para poupar não paguei a garagem, Agosto, menos confusão, mais lugares.ahh, doce engano, Agosto em Lisboa já não é o que era ... e hoje acumulei um bloqueamento e um reboque. Ontem duas multas da EMEL. Enfim...mais valia ter pago por 15 dias o parque. E descer em curvas, até ao piso menos 6, suaves, nada parecida com a descida hipnótica do Corte Inglês. E sem multas, sem polícias.
Andar de metro tem os seus encantos: dão-nos papelinhos, como o do professor Sakho. Droga, Emprego, sorte, inveja. Mas amarração?? ahhhhh, amarração......
sábado, agosto 19, 2006
Sta Maria, S. Miguel
Já estou no continente, mas enquanto não terminar Mau Tempo No Canal , de Vitorino Nemésio, ainda estou por lá, não em Sta Maria nem em S. Miguel, mas no Faial a ver o pico do Pico.
Sta Maria foi uma revelação, S. Miguel fez-me ter a certeza que prefiro as ilhas do grupo central. Falta conhecer a Graciosa, Flores e Corvo. Viciei-me em verde, névoas e mar. Nas hortências, no pimentão com queijo fresco, no ananás, nas vacas de todas as cores.
Este ano não fomos ver as baleias e os golfinhos. ohhh! Fica para as próximas férias.
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